A proposta da PNL é estudar a mente e como pensamos (neuro), como comunicamos connosco e com os outros e o impacto que isso tem (linguística) e como é que podemos trabalhar os nossos pensamentos, comunicação e comportamentos (programação) para nos sentirmos como desejamos e realizarmos o que queremos.
Imaginem que vivemos dentro de uma caixa e vemos, ouvimos e sentimos o mundo através dessa caixa. Aquilo que nos chega será uma representação da realidade, diferente da realidade, já que a caixa nos limita a percepção do mundo. A PNL oferece-nos ferramentas para que tenhamos consciência da existência da caixa e abramos buracos cada vez maiores nos vários lados da caixa.
Aquilo em que nos focamos, aquilo que ignoramos ou distorcemos, as nossas crenças, os nossos valores, o que é importante para nós, as nossas experiências passadas, o modo como comunicamos, são as paredes da caixa que muitas vezes nos impedem de ver a realidade e nos limitam, impedindo de atingir os resultados que desejamos.
Um praticante de PNL aprende a abrir grandes buracos nessa caixa usando várias ferramentas:
- Aprende a focar-se nos resultados, a definir intenções claras e a responsabilizar-se pelas suas escolhas. Toma consciência do papel das suas escolhas na sua vida.
- Aprende ferramentas que permitem alterar o seu estado emocional e tomar consciência do mesmo.
- Toma consciência da diferença entre o mundo e a sua visão do mundo, e dos processos que usa para criar essa visão. Aprende a criar uma perspetiva mais aberta a possibilidades.
- Trabalha profundamente a comunicação consigo e com os outros, tanto a nível verbal como não-verbal. A comunicação torna-se mais específica, focando-se no resultado e na ação em vez de histórias que não levam a lado nenhum. Sabe que o que diz e principalmente como o diz pode limitá-lo ou, pelo contrário, quebrar barreiras.
- Observa e aprende com outros a atingir resultados em várias áreas.
- Aprende ferramentas que o ajudam a transformar reações e comportamentos que acreditava serem automáticos e naturais e que não conseguia evitar.
Para os mais curiosos sobre o tema sugiro um livro introdutório que, sob a forma de uma história, ensina algumas destas ferramentas: “O Mágico que Não Acreditava em Magia”, do Pedro Vieira.
Sem comentários:
Enviar um comentário